A tendência é que os sistemas de controle de acesso acompanhem os mais recentes evoluções tecnológicos

Matéria extraida da revista Security Brasil

Não é apenas em grandes empresas ou condomínios comerciais de alto padrão que essas novidades estão à disposição. Usuários de redes sociais já devem estar familiarizados com a pergunta feita pelo Facebook quando vão
marcar determinado amigo em uma foto. O programa dessa rede social faz o reconhecimento facial do “marcado”, no meio de milhões de pessoas que utilizam a rede.

Na palma da mão
Para o gerente de produtos da Telemática, Fabio Faria, a escolha pela tecnologia mais adequada na hora de determinar o controle no acesso irá depender basicamente da necessidade e dos usuários que irão passar pelo lugar.
Ele conta que, deixando de lado a ficção, o reconhecimento facial já é realidade em projetos específicos como, por exemplo, em hospitais. “Nesses casos, o cirurgião acessa o centro cirúrgico sem nenhum tipo de contato”, informa.

Faria explica que, nos últimos anos, as novidades no segmento de controle de acesso estão voltadas para equipamentos biométricos com maior capacidade de armazenamento (até 25.000 digitais em um único controlador), validação de dedo vivo (que consegue descartar tentativas de fraudes, como dedos de borracha e/ou silicone) e reconhecimento facial. Além de controladores cada vez menores e com alta tecnologia.

“A tendência é que os sistemas de controle de acesso acompanhem as mais recentes evoluções tecnológicas, oferecendo aos usuários soluções eficientes, práticas e extremamente seguras (mobilidade, armazenamento na
nuvem ou realizando acesso através de um telefone celular)”, explica.

A Telemática está há 36 anos no mercado. Dentre seus principais produtos estão catracas eletrônicas, torniquetes, detectores de metais e controladores de acesso. Entre as novidades oferecidas pela empresa está o Codin Vena, um controlador de acesso de pessoas que faz a leitura das veias da palma da mão em menos de um segundo. A tecnologia vinha sendo utilizada pela empresa desde o ano passado em alguns projetos piloto.
“Este produto foi desenvolvido para ser usado em ambientes onde o grau de exigência de segurança é elevado, os usuários não pretendem utilizar cartões ou possuem dificuldades com outros tipos de tecnologias como, por exemplo, biometria dos dedos”, assinala.

O funcionamento do Codin Vena é simples: o usuário tem a biometria da palma da sua mão cadastrada em um terminal ou no próprio equipamento e, seguindo as regras de acesso, consegue entrar
nos locais autorizados. De acordo com o executivo, o produto tem sido bem recebido, principalmente por instituições bancárias, empresas de tecnologia e indústrias, onde há normalmente a necessidade de um controle mais rígido no acesso a áreas restritas.

Matéria Vinculada na Revista SECURITY BRASIL

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